sabato 14 maggio 2011

Zoológico

Houve fui visitar o zoológico de Curitiba. Foi a minha terceira visita. E a última.

Em certo momento, não muito depois de ter entrado na coisa, pensei comigo mesmo: por que vim aqui? Decidi então ir olhar sòmente os hipopótamos e o tigre e alguns outros felinos. O resto eu ignorei.

Lembrei-me da minha ida lá junto com o Nytha. Lembrei-me que destronquei dedo médio de mão direita. Lembrei-me de que Nytha ficara dizendo «Vamos, nenê!» quando eu estava interessado em ver certo bichinho. Enfim, até quando fui a zoológico acompanhado por ela, ela me perturbou. Bah!

Melhor mesmo é falar com ninguém, acompanhar ninguém, falar com ninguém. Assim não há como se incomodar.

Nunca mais irei a zoológico. Não gosto de ver animais trancafiados. Creio que me suicidaria, se tivesse os recursos.

Odeio ver aqueles idiotas a provocar os felinos. Um leopardo rugiu para um mané. Seria bom se tivesse atacado na cabeça do idiota. Só os leopardos atacam na cabeça. Ou outros felinos atacam no pescoço.

Odeio ver aquelas crianças irritantes com seus pais imbecis.

Odeio ver os manés que olham ràpidamente, tiram fotografias e pronto!

Eu vi o que quis. Mas não foi nada de novo.

Tô cansado de ver coisas.

Tô cansado desta porcaria de vida.

Tô com raiva!

Fodam-se todos vocês!

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