giovedì 26 maggio 2011

Minha prima Beth

Hoje me lembrei da minha prima Beth. O pai dele, o tio Júlio, está internado numa U.T.I.. Tem ele mais de oitenta anos. Melhora, tio Júlio, que me chama de Betinho. Fica bem!

Há não muito tempo fui visitá-lo e ele me perguntou em certo momento se eu me lembrava dela. Bem, eu tinha quinze anos e minha prima trinta, quando faleceu. A primeira morte de uma parente. E eu, um ser egoísta e mesquinho não fui ao enterro dela. A minha tia Elisa, mãe dela, perguntara então porque eu não fora ver minha prima.

Bem, eu não tinha muito contacto com ela, afinal eu era piá e ela já mulher adulta. Mas não era eu criança e deveria ter agido doutra maneira.

Falei para o meu tio que eu sonhara com ela há algum tempo na última vez que fui visitá-lo. Ele sempre a cita em nossas conversas.

Hoje, a meditar na volta para casa, uma coisa leva a outra e acabei lembrando-me de ti, prima. Desculpa-me por não ter te dado adeus.

Sempre quando vou à casa dos teus pais, vejo lá retratos teus e o tio Júlio fala sobre ti. Vejo a Juliana que está progredindo na vida. Parabéns a ela e a ti, mãe dela.

Ainda nos encontraremos noutros sonhos meus.

Até lá! Beijos!

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